Vitor Lopes
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DesignSpark AI

Agente que gera e mantém tokens e documentação viva para Design Systems.

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DesignSpark AI

O contexto

Tokens divergiam entre web e mobile, e a documentação ficava desatualizada no dia seguinte a cada release. O custo não era visual — era a desconfiança que isso plantava no sistema.

O problema real

A tensão era autonomia versus integridade: designers queriam versionar componentes sem esperar um dev, mas sem governança isso vira caos de tokens.

Meu papel

  • Defini a arquitetura de fonte única da verdade dos tokens.
  • Desenhei o fluxo do agente dentro da criação/atualização de componentes.
  • Validei integridade e rollback com UI engineers.

As decisões críticas

Changelog legível por designers, não só por devs

O log de alterações precisava ser entendido por quem desenha. Escrever para o designer, não para o git, foi o que fez a governança ser adotada.

Governança no CI/CD de componentes

Integrar as regras ao pipeline em vez de confiar em disciplina manual evitou que a consistência dependesse de boa vontade.

A camada de IA

  • Templates de prompt com exemplos reais evitavam outputs genéricos.
  • Toda alteração gerada passava por changelog auditável e rollback seguro.
  • O designer aprovava antes de qualquer merge — a IA propunha, o humano decidia.

Resultados

  • Menos divergências de tokens entre web e mobile.
  • Documentação de cada release ficou significativamente mais rápida.
  • Squads passaram a adotar PRs com changelog automático.

O que eu faria diferente

Subestimei o quanto a confiança no agente dependia da legibilidade do changelog. Hoje começaria por aí, não pela geração de tokens.